segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

RUDÁ




Oi! Tudo bem, sejam bem vindos! Rudá e o deus do amor e do afeto na mitologia tupi reza a lenda que foi criado por Guaraci como personificação do amor ele era uma espécie de mensageiro incumbido de dizer para Jaci o quanto o deus sol a amava, ele é encarregado de promover a reprodução de todos os seres vivos. Tem a aparência de um guerreiro e vive nas nuvens, com duas ajudantes: Cairé (a Lua Cheia) e Catiti (a Lua Nova). Essas duas tinham a missão de despertar saudades nos amantes ausentes.

Rudá é o Cupido dos Indígenas equivalente a Eros na mitologia grega. É a ele que as virgens e os guerreiros se dirigiam, pedindo-lhe proteção nas suas pretensões amorosas.Em algumas versões é uma das três grandes divindades tupis, junto com Guaraci e Jaci.

O personagem Macunaíma, do romance homônimo de Mário de Andrade, cita Rudá em uma passagem do livro:

“Rudá, Rudá!... Tu que secas as chuvas, faz com que os ventos do oceano Desembestem por minha terra Pra que as nuvens vão-se embora E a minha marvada brilhe Limpinha e firme no céu!... Faz com que amansem Todas as águas dos rios Pra que eu me banhando neles Possa brincar com a marvada Refletida no espelho das águas!...

(...) Rudá! Rudá! Tu que estás no céu E mandas nas chuvas. Rudá! faz com que minha amada Por mais companheiros que arranje Ache que todos são frouxos! Assopra nessa marvada Sodades do seu marvado! Faz com que ela se lembre de mim amanhã Quando a Sol for-se embora no poente !...

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